Algumas considerações sobre a crítica hegeliana ao idealismo kantiano

Autores

  • Mateus Salvadori (PUCRS) PUCRS

Palavras-chave:

Kant, Hegel, idealismo, entendimento, razão.

Resumo

O pensamento kantiano é dualista, ou seja, ele distingue o fenômeno e o númeno, o finito e o infinito, o ser e o pensar. Portanto, não é possível conhecer o Absoluto. E mesmo buscando o conhecimento do Absoluto, a razão se perde em paralogismos e antinomias. Já o pensamento hegeliano é monista, ou seja, não há a distinção entre fenômeno e númeno, finito e infinito, ser e pensar. Assim, é possível conhecer o Absoluto. Hegel entende a realidade não como substância, mas como sujeito, espírito. Para ele, o espírito é infinito. E isso vale para todo o real desde as suas partes como em seu todo. Ele busca destacar que a realidade não é uma coisa, uma substância, mas é processo, é movimento. A realidade entendida como espírito tem uma vida própria, tem um movimento dialético. Desta forma, a parte é indispensável ao Absoluto.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Mateus Salvadori (PUCRS), PUCRS

Bhacharel em Filosofia pela UCS. Mestre em Filosofia pela PUCRS. Doutorando em Filosofia pela PUCRS.

Downloads

Publicado

2010-11-09

Como Citar

Salvadori (PUCRS), M. (2010). Algumas considerações sobre a crítica hegeliana ao idealismo kantiano. Intuitio, 3(2), 192–203. Recuperado de https://revistaseletronicas.pucrs.br/intuitio/article/view/7445

Edição

Seção

Artigos