Thoreau e Carlyle: moralidade, autobiografia e ficção literária

  • Eduardo Vicentini de Medeiros Unisinos
Palavras-chave: Henry David Thoreau, Thomas Carlyle, moralidade, ficcionalidade

Resumo

O uso extensivo do pronome da primeira pessoa do singular e o artifício retórico do exagero são duas marcas essenciais da prosa de Thomas Carlyle que podemos reidentificar nos textos de Henry David Thoreau. Essas características nos ajudam a explicar a relação interna entre autobiografia e ficcionalidade na concepção moral de Thoreau.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Eduardo Vicentini de Medeiros, Unisinos

Doutor em Filosofia UFRGS

Pós-doutorando em Filosofia Unisinos

Pnpd Capes

Referências

ANDREWS, Kit. 2012. Fichte, Carlyle and the British Literary Reception of German Idealism. Literature Compass 9/11, 721-732.

BEISER, Frederick C. 2002. German Idealism – The Struggle against Subjectivism, 1781 – 1801. Harvard University Press.

CARLYLE, Thomas. 1834/1956. Sartor Resartus. Londres. J.M. Dent.

SATTELMEYER, Robert. 1988. Thoreau´s Reading – A Study in Intellectual History with Bibliographical Catalogue. Princeton: Princeton University Press.

THOREAU, Henry David. 1975. Early Essays and Miscellanies. Princeton University Press.

THOREAU, Henry David. 1906. The Journal of Henry David Thoreau, 14 volumes, editado por Bradford Torrey e Francis H. Allen. Boston: Houghton Mifflin.

THOREAU, Henry David. 1854 / 2004. Walden - A Fully Annotated Edition. Editado por Jeffrey Cramer. Yale University Press.

Publicado
2016-08-30
Como Citar
de Medeiros, E. V. (2016). Thoreau e Carlyle: moralidade, autobiografia e ficção literária. Intuitio, 9(1), 05-14. https://doi.org/10.15448/1983-4012.2016.1.24298
Seção
Autor Convidado