Estratégias de enfrentamento utilizadas pela equipe de enfermagem de um CTI adulto perante situações de estresse

Autores

  • Emanuelle Graziottin Colossi Hospital Moinhos de Vento
  • Mariana Calesso-Moreira Hospital Moinhos de Vento
  • Adolfo Pizzinato PUCRS

DOI:

https://doi.org/10.15448/1983-652X.2011.1.7167

Palavras-chave:

adaptação psicológica, enfermagem, cuidados intensivos

Resumo

Introdução: Para os profissionais da saúde lidar com situações de estresse, como por exemplo, a eminência da morte dos pacientes, parece ser uma das maiores dificuldades vividas em sue ambiente de trabalho. Frente a este contexto, cada pessoa lança mão de estratégias próprias para o enfrentamento de situações estressantes (coping), as quais são determinadas pelo ambiente e por características de personalidade. Objetivo: Identificar as estratégias de enfrentamento (coping) dos profissionais de enfermagem de um CTI adulto diante de situações estressantes inerentes a sua profissão. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo descritivo transversal, no qual foi aplicado o Inventário COPE, em trinta e oito técnicos de enfermagem e/ou enfermeiros. Os dados do inventário foram analisados em termos descritivos. Resultados: As estratégias de enfrentamento mais utilizadas foram as relacionadas à capacidade pró-ativa do sujeito (reinterpretação positiva, coping ativo e busca por suporte social) e as menos utilizadas foram as relacionadas às emoções (foco nas emoções e humor). Conclusão: Na amostra estudada, os profissionais buscam estratégias que antecedam as dificuldades inerentes a sua prática diária, isolando os aspectos mais irrelevantes dos estressores e focalizando a atenção no resultado de suas ações, o que permite uma melhor percepção de seu trabalho e o sentimento de realização profissional.

Biografia do Autor

Emanuelle Graziottin Colossi, Hospital Moinhos de Vento

Psicóloga. Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Hospital Moinhos de Vneto

Adolfo Pizzinato, PUCRS

Psicólogo, Doutor em Psicologia da Educação e professor da Faculdade de Psicologia da PUCRS – Programa de Pós-Graduação em Psicologia.

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Publicado

2011-09-06

Edição

Seção

Artigos Originais