Self-Evidence

Carl Ginet

Resumo


Este estudo desenvolve uma abordagem do que significa para uma proposição ser autoevidente para alguém, baseado na ideia de que certas proposições são tais que plenamente entendê-las significa crer nelas. Argumenta-se que, quando uma proposição p é autoevidente para alguém, tem-se justificação a priori não-inferencial para crer que p e, eis um traço bem-vindo, uma justificação que não envolve exercer qualquer tipo especial de faculdade intuitiva; se, em adição, é verdade que p e não existe nenhuma razão para crer que p é incoerente, então sabe-se a priori que p. O estudo argumenta que certas proposições profundamente contingentes, por exemplo, a verdade que eu agora expressaria ao dizer “Eu existo”, podem também ser auto-evidentes para e, portanto, conhecidas a priori pela pessoa sobre a qual elas são, no momento sobre o qual elas são; mas, uma vez que elas não podem ser conhecidas a priori, ou mesmo expressas, por qualquer outro ou em qualquer outro momento, elas não deveriam contar como verdades a priori.

Palavras-chave


Self-evidence. Self-evident propositions. A priori truths, A priori knowledge. A priori justification.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2009.2.6813



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Previsão: 06/07/2020


ISSN-L: 0042-3955 | e-ISSN: 1984-6746


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