O labirinto da contemporaneidade

Charles Elias Lang, Juliana Falcão Barbosa, Patrícia Vieira de Souza Tóia, Francisco Rafael Barbosa Caselli

Resumo


O presente trabalho discute a modernidade e a produção da subjetividade contemporânea. Toma-se como modelo o labirinto de Eco (1985). Existem três tipos de labirintos: o labirinto clássico, o maneirístico, e a rede. O clássico é unicursal. Assim que se entra, a única coisa que se pode fazer é chegar ao centro e, do centro, só o que se pode fazer é encontrar uma saída. O maneirístico propõe escolhas alternativas. Todos os percursos levam a um ponto morto, com exceção de um que leva à saída. Na rede, cada ponto pode ter conexão com qualquer outro ponto. Se os labirintos anteriores têm um interior e um exterior, a rede, extensível ao infinito, não tem nem um dentro nem um fora. A partir deste modelo discute-se a produção de individualidades e subjetividades, do corpo como meio de comunicação e a produção de imagens do corpo através da mídia.

Palavras-chave


corpo; imagem; contemporaneidade; subjetividade; feminilidade.

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e-ISSN: 1980-8623 | ISSN-L: 0103-5371


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