Sensibilidade ao contraste mesópica de crianças surdas para estímulos radiais e grades senoidais

Natanael Antonio Santos, Jandilson Avelino Silva, Caroline Costa Gomes Alencar, Liana Chaves Mendes, Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira

Resumo


O objetivo deste estudo foi medir e comparar as curvas de sensibilidade ao contraste mesópicas para estímulos radiais (FSCr) e grades senoidais (FSC) de 0,25; 0,5; 1 e 2 cpg em crianças surdas de 7 a 12 anos. Mensuramos limiares de contraste para 10 crianças, utilizando o método psicofísico da escolha forçada e luminância média de 0,7 cd/m2. Todos os participantes estavam livres de doenças oculares e apresentavam acuidade visual normal. Os resultados mostraram que a sensibilidade das crianças surdas foi maior para grades senoidais (FSC) do que para estímulos radiais (FSCr). Estes resultados sugerem que os dois estímulos podem ser processados por áreas visuais corticais distintas.

Palavras-chave


percepção visual; sensibilidade ao contraste; crianças surdas; freqüência radial e espacial; método da escolha forçada.

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e-ISSN: 1980-8623 | ISSN-L: 0103-5371


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