Saúde e Educação: do mal-estar ao bem-estar docente
Jamile Zacharias, Aline Rocha Mendes, Carla Lettnin, Karina Pacheco Dohms, Juan José Mouriño Mosquera, Claus Dieter Stobäus
Resumo
O presente artigo objetiva refletir sobre as condições de mal-estar docente, levando em conta aspectos da Psicologia Positiva e da Saúde, em direção ao bem-estar pessoal e profissional. Optamos por uma abordagem qualitativa, através de uma revisão de literatura acerca do mal-estar e bem-estar docente. O referencial teórico foi fundamentado, principalmente, nos estudos de Esteve (1994), Jesus (2001; 2002; 2004) e Mosquera e Stobäus (1996; 2006; 2008). Nossa análise possibilitou evidenciar que a profissão docente vem sendo desgastada por fatores históricos, políticos, econômicos, sociais e culturais, os quais contribuem para o desenvolvimento do mal-estar docente. Comentamos também que a diminuição deste mal-estar e a valorização da docência perpassam pela priorização do investimento dos recursos na Educação Básica, pela questão salarial, pela melhoria da formação docente, pelo investimento do educador na resiliência e no coping e pela difusão dos resultados das pesquisas em Educação, incorporando-os às políticas governamentais. São necessários empenhamentos do docente, em especial em educação continuada e em serviço da instituição e do meio, incluindo a família e apoios específicos a estes profissionais.
Palavras-chave: Mal-Estar Docente. Bem-Estar Docente. Educação. Resiliência.
Palavras-chave: Mal-Estar Docente. Bem-Estar Docente. Educação. Resiliência.
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