Memória e subjetividade e o fim das totalidades em “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade

Vinícius Gonçalves Carneiro

Resumo


O presente trabalho apresenta uma análise do poema de Carlos Drummond de Andrade “A máquina do mundo”. A partir-se dos conceitos de memória como “dever de memória” e subjetividade de Paul Ricoeur, o objetivo deste estudo é apontar algumas idiossicrasias do poema e relacionar esses elementos com o poeta moderno – avassalado pelas duas Grandes Guerras – e o mito da máquina do mundo –presente no imaginário da Idade Média.

Palavras-chave


Drummond de Andrade; Modernismo; Poesia Brasileira; Memória; Subjetividade

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e-ISSN: 1984-4301 

 

Avaliação do Qualis CAPES - 2013/2016

ÁREA CAPES - Linguística / Literatura

CLASSIFICAÇÃO DE PERIÓDICO - B1



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