Experiência literária e morte em Blanchot: teoria do gênio como ontologia da linguagem

Gabriel Pinezi, Marta Dantas

Resumo


O objetivo deste artigo é analisar como Maurice Blanchot fundamenta uma teoria contemporânea do gênio a partir de suas análises sobre a relação entre a experiência literária e a morte. Para tanto, indicaremos, num primeiro momento, em que medida pode-se dizer que ele formula uma teoria do gênio em oposição a uma teoria do gênero. Em seguida, desenvolveremos como o pensamento de Blanchot parte de Hegel, Nietzsche e Heidegger para articular morte e ontologia da criação literária. Por fim, analisaremos de que forma sua ontologia da criação literária se apoia na noção de que o fundamento do ser é, na verdade, a própria negatividade da linguagem.


Palavras-chave


Blanchot; gênio; ontologia; morte; filosofia; teoria literária

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e-ISSN: 1984-4301 

 

Avaliação do Qualis CAPES - 2013/2016

ÁREA CAPES - Linguística / Literatura

CLASSIFICAÇÃO DE PERIÓDICO - B1



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