Um esplendor infinitamente arruinado: por uma conceituação da pobreza e breves comentários sobre a obra de Murilo Rubião

João Guilherme Dayrell Magalhães Santos

Resumo


O trabalho visa conceituar o termo pobreza tendo como principal noção teórica subjacente os escritos de Georges Bataille em relação à necessidade da paridade na economia ocidental, assim como o imperativo em desarticulá-la para a obnubilação da esterelidade, i.e., a criação. A partir de então, analisar-se-ão quatro contos de Murilo Rubião – colocando-os, ao final, em contraponto ao poema "A ingaia ciência", de Carlos Drummond de Andrade – para anotar como, ao contrário do poeta, o contista não adota uma postura melancólica frente à inexistência da dádiva a partir da constituição, em seus escritos, de um esplendor infinitamente arruinado, conforme o conceito de Bataille.

Palavras-chave


urilo Rubião; Georges Bataille; pobreza; dádiva.

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e-ISSN: 1984-4301 

 

Avaliação do Qualis CAPES - 2013/2016

ÁREA CAPES - Linguística / Literatura

CLASSIFICAÇÃO DE PERIÓDICO - B1



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