Uma nova gramática filosófica – sobre as relações entre a linguagem filosófica e seus impasses segundo Hegel

Ronaldo Manzi (USP)

Resumo


O que seria um pensar que vê como tarefa filosófica questionar os pressupostos da sua própria gramática? O que pensar de um língua que não consegue definir seus termos ou que, quando questiona a si, só entra em impasses? Ou de um pensar que, ao tentar se apreender, modifica suas próprias categorias? Diante destas questões, pretendo mostrar como Hegel impõe uma tarefa à filosofia: a constituição de uma “gramática filosófica reconfigurada”. Nesse sentido, nosso foco central será: o que significa re-elaborar as categorias tradicionais da metafísica?

Palavras-chave


gramática filosófica; finitude; infinitude; conceito

Texto completo:

PDF


ATENÇÃO

Sistema em manutenção

Migração do sistema OJS para a versão 3.0. Durante este período os usuários:

  • Poderão acessar todo o conteúdo já publicado
  • Não poderão efetivar encaminhamentos do fluxo editorial (submissão, avaliação, publicação)

Previsão: 06/07/2020


e-ISSN: 1983-4012


Exceto onde especificado diferentemente, aplicam-se à matéria publicada neste periódico os termos de uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional, que permite o uso irrestrito, a distribuição e a reprodução em qualquer meio desde que a publicação original seja corretamente citada.