Geografia da fruta no Chile e Cuyo (1700-1850)

Pablo Lacoste, José Antonio Yuri, Marcela Aranda, Amalia Castro, Katherine Quinteros, Mario Solar, Natalia Soto, Javier Rivas, Cristián Chávez

Resumo


Diferentemente de outras regiões do Império Espanhol, o Reino do Chile desenvolveu uma agricultura intensiva da produção de árvores frutíferas. O artigo discute quais, onde e como as diferentes espécies foram mais intensamente cultivadas. Quatro regiões foram examinadas: Norte, Centro, Sul e Leste (província de Cuyo, Argentina). Vinte espécies foram investigadas nessas localidades: pomo (maçã, pêra e marmelo), frutas com caroço (pêssego, damasco, ameixa, cereja azeda, e cereja doce), nozes (nogueira, amêndoa, e castanha), cítricos (laranja, limão, cidra, e lima), e outros tais como, azeitona, figo, maracujá, lúcuma e cherimóia. Com base nos arquivos judiciais e nos inventários de seus bens e cartoriais foi elaborado de um banco de dados com mais de 190 mil espécies de frutas. Posteriormente foi elaborado o mapeamento geográfico destas espécies.

Palavras-chave


Fruticultura, Agricultura intensiva, Historia econômica do Chile



DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-864X.2011.1.6765



e-ISSN: 1980-864X | ISSN-L: 0101-4064


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