Mediando a marginalidade colonial e a (menor) idade na Carta a la Pincesa Doña Juana de Isabel de Guevara

Raul Marrero-Fente, Scott Ehrenburg

Resumo


Escrito em 1556 por um dos participantes da conquista e colonização do Rio da Prata, a carta de Isabel de Guevara para a princesa Juana é um testemunho crucial de seu tempo. O valor desse documento vem da condição pessoal do autor, definida como testemunha ocular dos fatos descritos. É dessa maneira que ela estabelece a verossimilitude da narração baseada no discurso jurídico. Esse artigo busca interrogar as construções binarias de colonial/imperial, margem/centro e local/global, a partir de um exame da carta de Isabel de Guevara em um contexto hispano-americano mais amplo.


Palavras-chave


Isabel de Guevara; epistolografia feminina; conquistador feminina; conquista da América; discurso minoritário (ou de minorias)

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-864X.2016.2.22429

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e-ISSN: 1980-864X | ISSN-L: 0101-4064

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