Memória e esquecimento nas práticas punitivas

Salo de Carvalho

Resumo



O estudo avalia as práticas punitivas como mnemotécnicas, aproximando a perspectiva filosófica de Nietzsche e a teoria agnóstica da pena. A hipótese desenvolvida na investigação é de que a ritualização e institucionalização dos castigos, através dos primitivos procedimentos penais, atuam como mecanismos de manutenção da memória dos delitos, da “culpa moral” e do “sentimento de dever”.


Palavras-chave


Práticas punitivas, Memória, Nietzsche

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-864X.2006.s.1350



e-ISSN: 1980-864X | ISSN-L: 0101-4064


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