Contornos e sinergias entre a política de Saúde e o adolescente privado de liberdade: intersetorialidade como desafio

Patricia Barreto Cavalcanti, Andreza Carla da Silva Dantas, Rafael Nicolau Carvalho

Resumo


O artigo objetiva discutir a situação dos adolescentes em privação de liberdade no que se refere ao atendimento público em saúde. Parte-se do pressuposto que o direito à saúde vem sendo negado, mesmo que o Estatuto da Criança e do Adolescente já exista há duas décadas. A materialidade deste direito específico depende de mudanças estruturais rigorosas entre as políticas de base social, no que concerne os patamares de financiamento e nas suas formas de gestão e nomeadamente do tipo de postura que o Estado tem assumido frente à questão da criança e do adolescente. A estratégia da intersetorialidade se revela fundamental, porém ela depende de um lastro de variáveis ainda não consolidados no país.

Palavras-chave


Saúde; intersetorialidade; criança e adolescente

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Textos & Contextos (Porto Alegre)
eISSN: 1677-9509
DOI: 10.15448/1677-9509
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Área Capes - Serviço Social
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