Qualidade de vida, estresse e repercussões na assistência: equipe de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva

Eniva Miladi Fernandes Stumm, Daiani Scapin, Larissa Fogliatto, Rosane Maria Kirchner, Leila Mariza Hildebrandt

Resumo


A pesquisa avalia a qualidade de vida no trabalho da enfermagem em uma Unidade de Terapia Intensiva. É analítica, descritiva, transversal, desenvolvida na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital geral, com 15 profissionais. Os instrumentos de coleta de dados são constituídos de um questionário baseado em Walton (1973), de dados sociodemográficos e de duas questões abertas. Para análise dos dados utiliza-se SPSS e estatística descritiva. A maioria é mulher, casada, 64,3% com 30 a 50 anos de idade; demonstra insatisfação com o salário e avalia a assistência ao paciente satisfatoriamente. Mais da metade declara que o hospital não proporciona condições de crescimento e se manteve neutra quanto ao diálogo e posicionamento; 60% mantêm bom relacionamento com gerências, a maioria (80%) com colegas; para 66,7% o horário de trabalho não prejudica o relacionamento familiar. Para a maioria, as funções não afetam o equilíbrio emocional fora do trabalho e se sentem realizados. Os profissionais convivem com estressores e admitem a interferência na assistência.

Palavras-chave – Unidade de terapia intensiva. Equipe de enfermagem. Qualidade de vida. Estresse ocupacional. Assistência de enfermagem.

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Textos & Contextos (Porto Alegre)
eISSN: 1677-9509
DOI: 10.15448/1677-9509
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