Avaliação da medida de independência funcional de indivíduos com seqüelas de acidente vascular encefálico (AVE)

Andressa Benvenutti Benvegnu, Luthiele Araújo Gomes, Carla Trindade de Souza, Tábata Bellagamba Batista Cuadros, Letícia Werkhauser Pavão, Simone Nunes Ávila

Resumo


Introdução: O acidente vascular encefálico (AVE) é caracterizado por uma lesão que acomete um dos vasos que irrigam a região cerebral. Pessoas que sofrem AVE apresentam perda funcional, manifestando dificuldades na locomoção e no cuidado pessoal. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a evolução da capacidade de independência funcional de indivíduos com seqüela de AVE na realização de atividades da vida diária, submetidos a tratamento fisioterapêutico na fase hospitalar (considerada fase aguda) e na fase ambulatorial (considerada fase crônica). Materiais e Métodos: No período de março de 2007 a maio de 2008, foram avaliados 26 pacientes, 12 na fase hospitalar e 14 na fase ambulatorial, com idades entre 44 e 80 anos, de ambos os sexos, com seqüelas decorrentes de AVE, o instrumento de coleta de dados foi a Medida de Independência Funcional (MIF). Resultados: No grupo hospitalar, houve diferença significativa entre o escore inicial e final (p=0,011), sendo que os itens “cuidados pessoais”, “locomoção” e “comunicação” foram os que mais apresentaram evolução. No grupo ambulatorial não houve diferença significativa entre os escores das duas avaliações (p>0,10). Conclusões: Na fase hospitalar, os pacientes acometidos pelo AVE apresentam uma recuperação mais rapidamente nas primeiras semanas. Já os pacientes em atendimento ambulatorial mantiveram-se estáveis.

Palavras-chave


acidente vascular encefálico; acidente cerebrovascular; fisioterapia; derrame cerebral

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1983-652X.2008.2.4115




 

e-ISSN: 1983-652X 

 

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