DESEMPENHO, CARCAÇA E PH CECAL E INTESTINAL DE COELHOS ALIMENTADOS COM DIETAS CONTENDO PROBIÓTICO E/OU PREBIÓTICO

Joseli Alves Ferreira Zanato, Jeffrey Frederico Lui, Maria Cristina Oliveira, Otto Mack Junqueira, Euclides Braga Malheiros, Claúdio Scapinello, Aderbal Cavalcante Neto

Resumo


Objetivou-se avaliar a adição de probiótico e/ou prebiótico à dieta de coelhos – considerando-se o desempenho, a carcaça, os componentes não-carcaça e os pH intestinal e cecal desses animais – em substituição a antibiótico, como fator de crescimento. Foram distribuídos 40 coelhos da raça Nova Zelândia Branco em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos (T1 = dieta controle; T2 = dieta com bacitracina de zinco (12%); T3 = dieta com probiótico; T4 = dieta com prebiótico; e T5 = dieta com probiótico e prebiótico) e quatro repetições para o desempenho e parâmetros de carcaça. Para o pH intestinal (duodeno, jejuno e íleo), utilizaram-se duas repetições, e, para o cecal, foram utilizados 32 animais, sendo dois deles abatidos no início do experimento e, em seguida, dois animais por tratamento, aos 50, 65 e, no final, aos 80 dias de idade. Obtiveram-se o ganho de peso, o consumo de ração e a conversão alimentar, assim como o peso da carcaça, dos rins, fígado, coração, pulmões, cabeça, patas e da pele. Não houve diferença estatística no ganho de peso, no consumo de ração, na conversão alimentar nem no peso da carcaça. Em relação aos componentes não-carcaça, observou-se que só houve diferença significativa para o peso do coração. Nos pH, observaram-se diferenças estatísticas entre os tratamentos apenas para o conteúdo duodenal. Concluiu-se que a utilização do probiótico e/ou prebiótico não melhorou os parâmetros estudados.

Palavras-chave


additives; Bacillus subtilis; mannanoligosaccharide; animal nutrition

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L-ISSN: 0104-3455
e-ISSN: 2317-6245

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