O caráter festivo da ciberarte

Leila Amaral Luz

Resumo


Partindo de uma das mais notáveis características da ciberarte, a “interatividade”, em um contexto de hibridização generalizada dos procedimentos e dispositivos tecnológicos disponíveis na atual era hipertecnológica, o presente artigo colocará em destaque a dimensão do festivo no âmbito das práticas artísticas contemporâneas, especialmente em sua vertente tecnológica e digital. A fim de considerar tanto o seu aspecto “criacionista” quanto o “reflexionista”, a interpretação proposta partirá das questões apresentadas pela teoria antropológica clássica sobre festa: O que estabelece a comunidade na ciberarte? Que tipo de comunidade aí se estabelece e o que se sacrifica na arte digital ou cibernética? Estas questões estarão articuladas com a discussão proposta por Hans-Georg Gadamer e Richard Schechner sobre a tarefa de construção do jogo reflexivo presente na obra de arte como tal, para apresentar, gradativamente, no decorrer do artigo, a peculiaridade da experiência do festivo nas artes computacionais ou numéricas.

Palavras-chave


Ciberarte; Interatividade; Festa

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1984-7289.2009.2.4962

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ISSN-L: 1519-6089  -  e-ISSN: 1984-7289

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