Crime e Perdão. O julgamento em Havana do Governador Gabriel de Torres e Velasco pela entrega da Praça de Cartagena (1824-1827)

Justo Cuño Bonito

Resumo


A corte marcial dos Capitães Gerais a qual voluntariamente submeteu-se o Brigadeiro Gabriel de Torres y Velasco para limpar seu nome por ter entregado a Praça de Cartagena de Índias foi um julgamento militar que acabou se tornando político. Este caso demonstra o conflito permanente entre liberais e absolutistas, mas também evidencia, por outro lado, os acordos tácitos sobre a necessidade de se manter silêncio sobre os acontecimentos do passado recente. De modo que, durante todo o processo de julgamento, não há referência ao triênio liberal nem à proclamação da Constituição liberal em Cartagena em 1820.

Palavras-chave


Cartagena das Índias, Gabriel de Torres y Velasco, Juízo, Liberais/Absolutistas

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DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1980-864X.2010.2.8765



e-ISSN: 1980-864X | ISSN-L: 0101-4064


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