A Neuroestética como retomada da experiência estética enquanto forma de conhecimento visual
Alberto Marinho Semeler (UFRGS), Juliano Santos do Carmo (UFPel)
Resumo
O presente artigo tem por objetivo apresentar a Neuroestética contrapondo-a a alguns paradigmas da arte conceitual. As descobertas da Neurociência e da Neurobiologia questionam a concepção de conhecimento como linguagem (restrito ao campo puramente proposicional), recusando algumas teses centrais daquele paradigma dominante nas artes no século passado. Desse modo, as descobertas da Neurobiologia e da Neurociência reposicionam a estética enquanto campo investigativo, propondo-a como “conhecimento e intelecto visual”. A metodologia sugerida aqui busca a revalorização da experiência com a imagem enquanto sensação e conhecimento do mundo. Assim, a Neuroestética questiona a abordagem lingüístico-filosófica assumida pelos artistas contemporâneos e propõe a imagem como processo cognitivo que envolve processos sensoriais, orgânicos, bioquímicos e viscerais.
Texto Completo: PDF
O conteúdo dos textos publicados pela intuitio é de inteira responsabilidade de seus respectivos autores e não expressa necessariamente as opiniões de seus editores.
Revista eletrônica dos discentes do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUCRS.
ISSN 1983-4012
Indexação: LATINDEX
Programa de Pós-Graduação em Filosofia - PUCRS
Veritas
EDIPUCRS: Revistas Eletrônicas da PUCRS
PORTAL: www.pucrs.br
Este periódico é membro do COPE (Committee on Publication Ethics) e adere aos seus princípios. http://www.publicationethics.org 
Este trabalho foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

