M-learning: o uso de dispositivos móveis por uma geração conectada

Anna Helena Silveira Sonego, Patricia Alejandra Behar

Resumo


Este artigo tem por objetivo analisar a construção de aplicativos educacionais a fim de auxiliar o desenvolvimento do m-learning. Este estudo foi fomentado com base na necessidade de planejar e implementar o uso crítico dos dispositivos móveis na educação, principalmente, por uma geração que está conectada em rede. A metodologia adotada foi abordagem qualitativa e quantitativa, do tipo estudo de caso, com estudantes de uma turma de graduação do curso de pedagogia. Na coleta de dados, foram disponibilizados dois instrumentos: observação participante e questionário com perguntas abertas e fechadas. Os dados coletados permitiram verificar que o m-learning pode gerar contribuições no processo de ensino e de aprendizagem dos estudantes. Destaca-se, o potencial para promover inovações no meio escolar, novas formas de comunicação, interação e possibilidades para compreensão de conteúdos escolares através de aplicativos.

 


Palavras-chave


M-Learning; Aplicativos; Geração conectada

Texto completo:

PDF

Referências


Referências

BRASIL. Lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LDB). Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 23 de dezembro de 1996. Seção 1, p. 27833. Disponível em: . Acesso em: 09 de jan. 2018.

______. Lei nº 13.005/2014 de 25 de Junho de 2014. Estabelece o Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024). Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 2014. Disponível em: . Acesso em: 09 de jan. 2018.

CENTRO REGIONAL DE ESTUDOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO (CETIC.BR.) TIC Governo Eletrônico 2015: órgãos públicos federais e estaduais. Disponível em: Acesso em: 2 out. 2017.Disponível em: Acesso em: 29 de jan. 2018.

EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO S/A – EBC. Relatório aponta Brasil como quarto país em número de usuários de internet. Disponível em: . Acesso em: 15 de jan. 2018.

KIUCHI Carolina.; SILVA, Jennifer Oliveira.; GOMES, Letícia. R. Riente. Youtubers: a nova geração de influenciadores. Revista Científica UMC Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, v.3, n.1, p. 1-14, fev. 2018. Disponível em: http://seer.umc.br/index.php/revistaumc/article/view/214/191. Acesso em: 28 de mar. 2018.

LEITE, Bruno Silva. M-Learning: o uso de dispositivos móveis como ferramenta didática no Ensino de Química. Revista Brasileira de Informática na Educação, Rio de Janeiro, v.22, n.3, p. 55-68, out. 2014. Disponível em: . Acesso em: 21 de dez. 2017.

PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? Tradução: Ivette Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.

SANTOS, Fernanda Mendes de Vuono.; FREITAS, Sydney Fernandes de. Avaliação da usabilidade de ícones de aplicativo móvel utilizado como apoio educacional para crianças na idade pré-escolar. Ação Ergonômica. Revista Brasileira de Ergonômica. Rio de Janeiro, vol.10, n. 2, p. 123 - 132. jan. 2015. Disponível em:

. Acesso em: 18 de abril. 2018.

SIBILIA, Paula. Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Tradução Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Contraponto, Rio de Janeiro, 2012.

SONEGO, Anna Helena Silveira.; BEHAR, Patricia Alejandra. M-Learning: Reflexões e Perspectivas com o uso de aplicativos educacionais. In: XX Conferência Internacional de sobre Informática na Educação, 20; 2015, Santiago, Chile. Anais Nuevas Ideas en Informática Educativa. 2015. Disponível em: . Acesso em: 11 de jun. 2018.

SOUSA - PEREIRA, Fátima.; LEITE, Carlinda.; CARVALHO, José de Melo. Políticas de Formação Inicial de Professores em Portugal no Processo de Bolonha: uma análise intrainstitucional a partir de práticas de formação. Revista Educação Unissinos, São Leopoldo, v. 19, n.1, p. 1-16, jan/abr. 2015. Disponível em:

. Acesso em: 15 de jan. 2018.

STATISTA. The Statistica Portal. Statistics and Studies from more than 18,000 Sources. Disponível em: https://www.statista.com/. Acesso em: 03 de jan. 2018.

UNESCO. Diretrizes de políticas para aprendizagem móvel. Tradução Rita Brossard. Brasília: UNESCO, 2014. Disponível em: .

Acesso em: 21 de mar. 2018.

TWENGE, Jean Marie. iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood. New York: Atria Books, 2017.

Organização das Nações Unidas do Brasil (ONUBR). Disponível em:

. Acesso em: 27 de mar. 2018.

Wikipédia. Enciclopédia livre. Código Qrcode. Disponível em: . Acesso em: 29 de jan. 2018.




DOI: http://dx.doi.org/10.15448/1981-2582.2019.3.32203

ISSN-L: 0101-465X | e-ISSN: 1981-2582


Exceto onde especificado diferentemente, aplicam-se à matéria publicada neste periódico os termos de uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional, que permite o uso irrestrito, a distribuição e a reprodução em qualquer meio desde que a publicação original seja corretamente citada.