A educação e o desafio ético do plasmar linguístico

Mauricio João Farinon

Resumo


 

O artigo discute a alteridade que se constitui em desafio e impulso para o ato educacional. Partindo de argumentos provindos de obras literárias de Antelme e Malroux, transitando para a base filosófica de Adorno e Gadamer, situar-se-á tanto o corpo quanto o espaço que este ocupa, como desencadeadores das reflexões sobre ética e sobre a constituição da subjetividade. A presença do outro ser humano passa a se constituir em impulso para as considerações sobre o ato educativo, defendido aqui como o espaço do plasmar da linguagem, o qual exige que se rompa com a dinâmica de individualização, assumindo a necessidade de constituição de células de humanidade. Nesse sentido, a urgência para as instituições de ensino está em desenvolver a capacidade moral de estabelecer vínculos e, a partir do reconhecimento do local ocupado e do reconhecimento do próprio corpo que ocupa tal lugar, constituir a subjetividade e a própria intersubjetividade. Isso aponta para a preocupação, além de com o próprio conhecimento, com o cuidado de si e cuidado do outro.


Palavras-chave


Plasmar linguístico. Educação. Ética. Estética.

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Educação

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